As palhaçadas no Senado não tem fim. A farra com o dinheiro público só faz eu, e outros brasileiros, sentirem vergonha de morar num país onde o respeito não existe, nem a justiça!
É um descaso tremendo com a situação de pobres miseráveis, que morrem todos os dias de fome, de frio, por não ter um mínimo de possibilidade de viver dignamente: uma casa, uma cama, uma roupa, uma comida. Isso sem falar no caos da saúde pública e do ensino.
Enquanto isso, hipócritas ladrões estão usurpando o dinheiro do povo: para comprar castelos, casas de R$ 5 milhões, pagar parentes "funcionários" que nem sequer moram no Brasil, viajar de férias com a família, pagar salário de mordomos particulares que atendem pela alcunha de Secreta e por aí seguem os escândalos!
É Sarney posando de mocinho e diretores da casa que são afastados do cargo (o Ganizeo e o Campos), mas não deixam de ser empregados do Senado, pois são contratados!
Por essas e outras, deveríamos trocar o slogan "orgulho de ser brasileiro", que já não serve mais a ninguém, acredito, pelo novo "vergonha de ser brasileiro". Muita mais apropriado, justo e adequado para todos aqueles que ainda tem um mínimo de noção do que é moral.
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Good Morning USA
Finalmente, os Estados Unidos, ou melhor, a Casa Branca, acordou para os problemas do aquecimento global. Com Barack Obama no poder, veio à tona o reconhecimento de que há, de fato, um problema ambiental mundial que deve ser combatido.
Ponto para Obama e ponto para John Holdren, o conselheiro científico da Casa Branca.
Abaixo, matéria completa publicada no site http://en.cop15.dk/frontpage.
Boa leitura!
***************
Global warming already has caused more heavy downpours, rising temperature and sea levels, rapidly retreating glaciers, longer growing seasons and altered river flow, according to the document released Tuesday by the White House science adviser and other top officials.
"There are in some cases already serious consequences," report co-author Anthony Janetos of the University of Maryland told The Associated Press. "This is not a theoretical thing that will happen 50 years from now. Things are happening now."
The White House document, a climate status report required periodically by Congress, contains no new research. Instead, it focuses and organizes what has been covered in numerous scientific journals and piecemeal federal studies to paint a more cohesive, bigger and darker picture of global warming in the United States.
The "major disruptions" already taking place will increase as warming continues, the authors wrote. They project the average U.S. temperature could rise by as much as 11 degrees Fahrenheit (6 C) by the end of the century.
"Thresholds will be crossed, leading to large changes in climate and ecosystems," the study said in one of its main findings, adding that it could affect the survival of some species.
For example in the past few decades, winters in parts of the U.S. Midwest have warmed by several degrees, and the time without frost has grown by a week, according to the report.
"We're already seeing impacts across the nation," said co-author Virginia Burkett, coordinator of global change science at the U.S. Geological Survey. "The evidence is much stronger than it has been."
White House science adviser John Holdren said in a statement that the findings make the case for acting to slow global warming, both by reducing emissions and adapting to the changes that "are no longer avoidable."
"It tells us why remedial action is needed sooner rather than later," Holdren said.
The report emphasized that water, either too much or too little, will continue to be a major problem in every region of the country.
"Water permeates this document," Burkett said. She said the U.S. Southwest will get drier and hotter and that will be a crucial issue. The nearly 200-page report has chapters examining the effects of global warming in each region, as well as everything from health to transportation problems.
Federal law requires comprehensive reports on global warming's effects every four years. An environmental group sued to force the Bush administration to issue an early draft of this report last summer because one had not been written since 2000. Since that time, the language has become stronger, but mostly because of fresher research, scientists said.
"The emphasis has shifted from just looking at the physical climate science to adapting to change," Burkett said in an interview.
Ponto para Obama e ponto para John Holdren, o conselheiro científico da Casa Branca.
Abaixo, matéria completa publicada no site http://en.cop15.dk/frontpage.
Boa leitura!
***************
US: Climate change damage has begun
In the strongest language on climate change ever to come out of the White House, the first climate report from Barack Obama's presidency warns that harmful effects from global warming already are happening and are worsening.
AP/Michael von Bülow (article corrected) 17/06/2009 08:10
Harmful effects from global warming already are happening and are worsening, warns the first climate report from Barack Obama's presidency in the strongest language on climate change ever to come out of the White House. Global warming already has caused more heavy downpours, rising temperature and sea levels, rapidly retreating glaciers, longer growing seasons and altered river flow, according to the document released Tuesday by the White House science adviser and other top officials.
"There are in some cases already serious consequences," report co-author Anthony Janetos of the University of Maryland told The Associated Press. "This is not a theoretical thing that will happen 50 years from now. Things are happening now."
The White House document, a climate status report required periodically by Congress, contains no new research. Instead, it focuses and organizes what has been covered in numerous scientific journals and piecemeal federal studies to paint a more cohesive, bigger and darker picture of global warming in the United States.
The "major disruptions" already taking place will increase as warming continues, the authors wrote. They project the average U.S. temperature could rise by as much as 11 degrees Fahrenheit (6 C) by the end of the century.
"Thresholds will be crossed, leading to large changes in climate and ecosystems," the study said in one of its main findings, adding that it could affect the survival of some species.
For example in the past few decades, winters in parts of the U.S. Midwest have warmed by several degrees, and the time without frost has grown by a week, according to the report.
"We're already seeing impacts across the nation," said co-author Virginia Burkett, coordinator of global change science at the U.S. Geological Survey. "The evidence is much stronger than it has been."
White House science adviser John Holdren said in a statement that the findings make the case for acting to slow global warming, both by reducing emissions and adapting to the changes that "are no longer avoidable."
"It tells us why remedial action is needed sooner rather than later," Holdren said.
The report emphasized that water, either too much or too little, will continue to be a major problem in every region of the country.
"Water permeates this document," Burkett said. She said the U.S. Southwest will get drier and hotter and that will be a crucial issue. The nearly 200-page report has chapters examining the effects of global warming in each region, as well as everything from health to transportation problems.
Federal law requires comprehensive reports on global warming's effects every four years. An environmental group sued to force the Bush administration to issue an early draft of this report last summer because one had not been written since 2000. Since that time, the language has become stronger, but mostly because of fresher research, scientists said.
"The emphasis has shifted from just looking at the physical climate science to adapting to change," Burkett said in an interview.
Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
Uma aula de jornalismo investigativo

Ver palestras e entrevistas com o Caco Barcellos é sempre bom! E desta vez não foi diferente. Em bate-papo descontraído, com Ruy Carlos Ostermann, Caco encantou a plateia do Encontros com o Professor. Com declarações assertivas e boas histórias para contar, deu lições do bom jornalismo feito por um repórter dedicado e comprometido com a profissão.
Contou um pouco de sua carreira, de como um estudante de matemética e mostorista de táxi virou jornalista da Folha da Manhã, nos anos 70. Lembrou de experiências significativas da sua época de repórter independente, viajando pela América do Sul em busca da melhor reportagem. "Éramos três jornalistas atrás de histórias para contar. Quando estávamos na Guatemala, presenciamos o maio terremoto de todos os tempos, com 26 mil mortos. Ajudamos nas buscas e socorro dos feridos e acabamos com um ótimo material para o jornal. Como éramos os únicos repórteres brasileiros lá, vendemos o texto e as fotos para a Folha da Tarde. Rendeu uma semana de capa", contou.
Falou, em seguida, sobre a dificuldade de encontrar profissionais da comunicação que tenham um perfil de repórter. "Parece que as faculdades de jornalismo estão formando um monte de apresentadores. Ao receber os vídeos para a seleção de quem será o novo integrante da equipe do Profissão Repórter, vi um monte de William Boner e Fátima Bernardes lá", comentou.
Caco acredita na reportagem com dedicação e embasamento teórico. Criticou as denúncias feitas pela imprensa, muitas vezes sem ouvir a fonte principal: o acusado. "Quando temos uma denúncia a fazer é importante ouvirmos a 'vítima', pois é a imagem dela que está sendo denegrida pelo veículo de comunicação. Não dá para, simplesmente, dizer que a pessoa não atendeu ao telefone. Tem que ir atrás, tem que deixar um espaço para ela responder, se defender, se for o caso. O que vejo, é que é muito mais fácil, e barato, denunciar. Reportagem de qualidade sai caro", alfinetou a imprensa.
Outro aspecto que o jornalista criticou, é o fato de muitos repórteres ficarem acomodados em seus postos, fazendo apenas o que os editores indicam. Para Caco, o bom profissional tem que ir atrás de mais informações sobre a pauta recebida. Se for o caso, trazer, inclusive, dados contrários aos que o editor lhe forneceu. "Se o seu chefe chegar com cinco documentos que afirmam determinada coisa, pesquise e volte com 200 que digam o oposto. Ele não vai ser incoerente de mandar vocês ignorar os 200 e considerar os cinco que te deu, pois estará queimando a imagem dele com os outros colegas. O que pode acontecer é ele nunca mais te passar uma matéria boa para fazer. Mas este é o preço que se paga por ter vergonha na cara!", declarou Caco, motivando e ensinando o bom jornalismo a plateia. Logo, complementou: "Sou à favor da transgressão produtiva".
Por fim, Caco repreendeu a ação do Bope nos morros do Rio de Janeiro, com dados que mostram que essa polícia matou mais, no ano de 2007, do que os países que têm pena de morte. "Foram mais de mil pessoas mortas pelo Bope, todas elas pobres e, a grande maioria, negras. A justificativa: são bandidos, são traficantes. Não temos banqueiros traficantes aqui no Brasil também? Quantos ricos mau-caráter foram mortos? Isso tudo só mostra a incoerência e brutalidade dessas ações violentas que acontecem nos morros e nas vilas", comentou.
Por essas e outras declarações excelentes, foi que o autor dos livros Rota 66 e Abusado deixou o público maravilhado, principalmente aqueles que partilham da mesma profissão que ele. Não poderia ter sido melhor e mais esclarecedor.

PS: não pude deixar de tietar o grande jornalista que é o Caco Barcellos. Levei o meu livro, Abusado, para ele autografar e aproveitei para dizer que admiro muito a trajetória profissional desse mestre do jornalismo investigativo.
Crédito das fotos: Luis Ventura
Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Absurdo é pouco!
O governo Yeda quer acabar, de fato, com a (pouca) qualidade do ensino das escolas públicas do RS. A última, é a tal proposta de agrupar as disciplinas em quatro grandes áreas: linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, arte e educação física), matemática, ciências da natureza (biologia, química e física) e ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia).
Se a ideia fosse, apenas, dar nome aos bois – modificar o nome das disciplinas, mas ainda exigir que cada professor tenha a formação acadêmica em uma determinada área – tudo bem. Mas a proposta é fazer com que professores, formados em disciplinas específicas, como Física, possam dar aula de Química e Biologia também! Como assim? Mal os educadores atuais conseguem ministrar as suas próprias matérias, por conhecimento insuficiente ou defasado, e o Estado querendo que eles sejam capazes de dar aula sobre três assuntos distintos???
Tudo bem que a interdisciplinaridade é importante, concordo. Também acho que seria bem interessante que os professores tivessem mais conhecimentos sobre as outras matérias que se relacionam, ou deveriam se relacionar, com a aquela em que eles se formaram. Mas querer que, de um ano para o outro – a proposta deve ser implementada já em 2010 – todos estejam preparados para “ensinar por área” é querer demais! Além disso, querem fazer concurso público – leia-se arrecadar $$ - para já contratar professores por área.
É totalmente absurdo. É mais que um absurdo! Com isso, o ensino público só tende a ficar ainda mais precário. É humanamente impossível que um cara que se formou em Química, que por si só já é algo bem complexo, tenha conhecimento satisfatório para ensinar Física e Biologia. Não dá, não tem como. A não ser que ele fizesse as três graduações, estudasse por mais de 10 anos. Absurdo!
Em meio a protestos e indignação do Cpers/Sindicato, a secretária estadual da educação, Mariza Abreu, respondeu o seguinte hoje, no Bom Dia Rio Grande: “Do Cpers não vale, eles estão sempre criticando mesmo!”. Mais absurdo!
Na Zero Hora, algumas justificativas da secretária:
“É certo que a mudança vai acontecer no ano que vem. Não há nenhum obstáculo significativo – diz Mariza.” (Claro, o Cpers não vale!)
“Segundo Mariza, os professores que hoje ensinam uma disciplina específica teriam um período de transição para trabalhar nas áreas. Eles primeiro serão preparados para essa função.” (De que jeito? Vão fazer três graduações?)
“A Secretaria da Educação entende que um docente deve ter condições de lecionar todas as disciplinas compreendidas dentro de uma mesma área, mas espera uma mudança nos cursos de formação.” (Sim, no próximo vestibular da UFRGS, PUCRS etc. vão ter as opções Ciências da Natureza, 10 anos de curso, Ciências Humanas, nove anos de curso...)
“Conforme Mariza, a proposta do Estado está em sintonia com o que o Ministério tem defendido como a melhor referência para a organização do currículo.” (Claro, o Brasil como um todo é o exemplo da qualidade e valorização da educação)
Que te parece?
Se a ideia fosse, apenas, dar nome aos bois – modificar o nome das disciplinas, mas ainda exigir que cada professor tenha a formação acadêmica em uma determinada área – tudo bem. Mas a proposta é fazer com que professores, formados em disciplinas específicas, como Física, possam dar aula de Química e Biologia também! Como assim? Mal os educadores atuais conseguem ministrar as suas próprias matérias, por conhecimento insuficiente ou defasado, e o Estado querendo que eles sejam capazes de dar aula sobre três assuntos distintos???
Tudo bem que a interdisciplinaridade é importante, concordo. Também acho que seria bem interessante que os professores tivessem mais conhecimentos sobre as outras matérias que se relacionam, ou deveriam se relacionar, com a aquela em que eles se formaram. Mas querer que, de um ano para o outro – a proposta deve ser implementada já em 2010 – todos estejam preparados para “ensinar por área” é querer demais! Além disso, querem fazer concurso público – leia-se arrecadar $$ - para já contratar professores por área.
É totalmente absurdo. É mais que um absurdo! Com isso, o ensino público só tende a ficar ainda mais precário. É humanamente impossível que um cara que se formou em Química, que por si só já é algo bem complexo, tenha conhecimento satisfatório para ensinar Física e Biologia. Não dá, não tem como. A não ser que ele fizesse as três graduações, estudasse por mais de 10 anos. Absurdo!
Em meio a protestos e indignação do Cpers/Sindicato, a secretária estadual da educação, Mariza Abreu, respondeu o seguinte hoje, no Bom Dia Rio Grande: “Do Cpers não vale, eles estão sempre criticando mesmo!”. Mais absurdo!
Na Zero Hora, algumas justificativas da secretária:
“É certo que a mudança vai acontecer no ano que vem. Não há nenhum obstáculo significativo – diz Mariza.” (Claro, o Cpers não vale!)
“Segundo Mariza, os professores que hoje ensinam uma disciplina específica teriam um período de transição para trabalhar nas áreas. Eles primeiro serão preparados para essa função.” (De que jeito? Vão fazer três graduações?)
“A Secretaria da Educação entende que um docente deve ter condições de lecionar todas as disciplinas compreendidas dentro de uma mesma área, mas espera uma mudança nos cursos de formação.” (Sim, no próximo vestibular da UFRGS, PUCRS etc. vão ter as opções Ciências da Natureza, 10 anos de curso, Ciências Humanas, nove anos de curso...)
“Conforme Mariza, a proposta do Estado está em sintonia com o que o Ministério tem defendido como a melhor referência para a organização do currículo.” (Claro, o Brasil como um todo é o exemplo da qualidade e valorização da educação)
Que te parece?
Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Pelo mundo
Está tudo do lado avesso mesmo.
Uma empresária de Novo Hamburgo matou, a facadas, a irmã, a sobrinha e o marido porque sua empresa estava falindo. "Para pupá-los do sofrimento", afirmou.
Daniel Dantas, o banqueiro, se diz vítima de escuta ilegal. VÍTIMA!
Na Câmara e no Senado, os nossos queridos políticos andavam usando o dinheiro público para dar passagens aéreas para amigos, namorados etc. Até a Adriane Galisteu ganhou uma para ir ao carnaval fora de época, em Natal - RN. Como se precisasse de esmola.
O prefeito José Fogaça, como se não tivesse mais nada com o que se preocupar, queria mandar retirar os gatos da Redenção. Os pobres bichos são tratados e cuidados por uma ONG e nunca perturbam ninguém. Até a Brigitte Bardot, que também tem uma ONG ou associação de defesa dos felinos, mandou um recado pro prefeito, protestando a retirada.
Fidel manda dizer a Obama que Cuba, e os cubanos, não precisam da esmola dos EUA. Isso porque Obama acabou com a restrição do envio de dinheiro que os cubanos, residentes nos EUA, não podiam fazer às suas famílias que ainda vivem na ilha.
Evo Morales fez cinco dias de 'greve de fome' para pressionar o Congresso Nacional da Bolívia a votar, e aprovar, a lei de transição constitucional. Entre outras coisas, a tal lei rege o novo padrão eleitoral, garante assentos aos povos indígenas minoritários no parlamento e permite votos de bolivianos que estejam no exterior.
E por aí vai...não é fácil!
Uma empresária de Novo Hamburgo matou, a facadas, a irmã, a sobrinha e o marido porque sua empresa estava falindo. "Para pupá-los do sofrimento", afirmou.
Daniel Dantas, o banqueiro, se diz vítima de escuta ilegal. VÍTIMA!
Na Câmara e no Senado, os nossos queridos políticos andavam usando o dinheiro público para dar passagens aéreas para amigos, namorados etc. Até a Adriane Galisteu ganhou uma para ir ao carnaval fora de época, em Natal - RN. Como se precisasse de esmola.
O prefeito José Fogaça, como se não tivesse mais nada com o que se preocupar, queria mandar retirar os gatos da Redenção. Os pobres bichos são tratados e cuidados por uma ONG e nunca perturbam ninguém. Até a Brigitte Bardot, que também tem uma ONG ou associação de defesa dos felinos, mandou um recado pro prefeito, protestando a retirada.
Fidel manda dizer a Obama que Cuba, e os cubanos, não precisam da esmola dos EUA. Isso porque Obama acabou com a restrição do envio de dinheiro que os cubanos, residentes nos EUA, não podiam fazer às suas famílias que ainda vivem na ilha.
Evo Morales fez cinco dias de 'greve de fome' para pressionar o Congresso Nacional da Bolívia a votar, e aprovar, a lei de transição constitucional. Entre outras coisas, a tal lei rege o novo padrão eleitoral, garante assentos aos povos indígenas minoritários no parlamento e permite votos de bolivianos que estejam no exterior.
E por aí vai...não é fácil!
Assinar:
Postagens (Atom)